Música na cultura e o consumo musical e sensorial na era digital.

Autor: Cristiana Martins de Matos.

Monografia apresentada em cumprimento às exigências do Curso de Comunicação Social da UFF – Universidade Federal Fluminense, para obtenção do grau de Bacharel em Comunicação Social, habilitação Publicidade e Propaganda.

Orientador: Prof. Guilherme Nery Atem.

RESUMO

A presente monografia busca analisar o papel e importância da música na cultura e na construção emocional e subjetiva das pessoas, assim como a nova forma de consumo da música e de estratégias sensoriais na era de inovações tecnológicas e digitais. Tem como finalidade, então, compreender o espaço da música na cultura das pessoas, entendendo como diferentes culturas se relacionam com a música; entender as mudanças advindas da era digital, a mudança no consumo de música nos seus diferentes formatos, e as transformações e alterações na aquisição, produção e distribuição de produtos musicais, enxergando as oportunidades que se mostram à comunicação neste processo; e aprofundar o conceito, uso e importância do Music Branding, vertente do marketing sensorial que busca gerar experiência sensorial através da música, mexer com o emocional do público-alvo e criar fidelização entre ele e a marca, tendo como suporte uma breve introdução à Teoria Semiótica. Como metodologia para desenvolver o tema em questão, foram utilizados endereços eletrônicos e referências bibliográficas de autores que estudam esses assuntos abordados nesta monografia, como também estudo de casos para se entender a aplicação dos conceitos nas marcas. Esperase com essa monografia entender o real espaço da música na cultura dos indivíduos, e como se dá a formação/estímulo do consumo musical, atrelado aos desafios da nova indústria da música, e do consumo sensorial, na nova era digital, usando da análise semiótica para um aprofundamento aos efeitos do Music Branding.

Palavras-chave: Cultura, Música, Music Branding, Era Digital, Semiótica.

TCC – Cristiana Matos


Crime contra o Direito Autoral, previsto nos Artigos 7, 22, 24, 33, 101 a 110, e 184 a 186 (direitos do Autor formulados pela Lei 9.610/1998) e 299 (falsidade ideológica).